Starbem

Coordenador de Suporte

São Paulo / SP

Descrição da vaga

Descrição

Procuramos alguém que já coordenou operações de suporte estruturadas em níveis (N1, N2 e N3) e que saiba fazer as três coisas ao mesmo tempo: liderar gente, operar com método (ITIL/ITSM) e usar dado para decidir.Essa pessoa será dona da operação de suporte ponta a ponta — do primeiro contato ao encerramento, passando por escalonamento, gestão de incidentes, base de conhecimento e melhoria contínua. Também será a interface formal entre Suporte, Engenharia, Produto e Segurança.


Responsabilidades e atribuições

O que buscamos, em uma frase: alguém curioso o suficiente para investigar a causa raiz em vez de fechar o ticket, e disciplinado o suficiente para transformar essa investigação em processo.ResponsabilidadesOperação e método (ITIL/ITSM)
  • Estruturar e manter a operação em três níveis: definir claramente o que resolve em N1, o que sobe para N2 e o que chega em N3, com critérios objetivos de escalonamento.
  • Aplicar as práticas de ITIL v4 no dia a dia: gestão de incidentes, requisições de serviço, gestão de problemas, gestão de mudanças e catálogo de serviços.
  • Definir, publicar e defender SLAs e SLOs por categoria e severidade — incluindo o que acontece quando o SLA é estourado.
  • Coordenar a resposta a incidentes críticos (major incidents): comando da sala, comunicação com stakeholders, atualização de status e encerramento formal.
  • Conduzir post-mortems sem culpados, com plano de ação rastreável, e cobrar o fechamento das ações com Engenharia e Produto.
  • Manter runbooks, playbooks de triagem e base de conhecimento vivos — documentação desatualizada é dívida operacional.
  • Gerir a fila e o backlog: priorização, redistribuição, prevenção de ticket envelhecido e controle de reincidência.
Liderança de pessoas
  • Liderar, desenvolver e avaliar os times de N1, N2 e N3 — 1:1s regulares, feedback direto, plano de desenvolvimento individual e trilha de carreira entre níveis.
  • Dimensionar o time e a escala de atendimento com base em volume e sazonalidade; propor headcount com justificativa quantitativa.
  • Estruturar onboarding, ramp-up e certificação de novos analistas.
  • Rodar garantia de qualidade (QA) de atendimentos com rubrica clara, e usar o resultado para treinar, não para punir.
  • Organizar escala de plantão/sobreaviso quando aplicável, com regras claras de acionamento e de descanso.
Dados e melhoria contínua
  • Ser dono das métricas da operação e reportá-las com frequência fixa para a liderança (ver quadro de KPIs abaixo).
  • Identificar os principais geradores de contato e atacar a causa: se o mesmo problema gera 200 tickets por mês, a solução está no produto, não no roteiro de atendimento.
  • Levar para Produto e Engenharia uma pauta priorizada por impacto real, com evidência — não com percepção.
  • Avaliar, implantar e administrar as ferramentas de service desk (ex.: Jira Service Management, Zendesk, Freshdesk) e sua integração com os demais sistemas.
Interfaces e conformidade
  • Ser o ponto de contato formal do Suporte com Engenharia, Produto, Segurança da Informação, Jurídico e a operação de saúde.
  • Garantir que a operação trate dados pessoais e dados de saúde conforme a LGPD: minimização, controle de acesso, registro de tratamento e rota clara para incidentes de dados.
  • Assegurar que o time nunca dê orientação clínica: temas de saúde são encaminhados a profissionais habilitados e situações de urgência seguem o protocolo de emergência definido pela operação de saúde.



Requisitos e qualificações

  • Experiência comprovada coordenando ou gerenciando equipes de suporte estruturadas em N1, N2 e N3 — liderando pessoas diretamente, não apenas atuando como analista sênior.
  • ITIL / ITSM na prática — gestão de incidentes, problemas, mudanças e requisições; certificação ITIL v4 Foundation é um diferencial forte, mas o que vale é a prática.
  • Domínio de SLA e severidade — desenhar, negociar, medir e defender acordos de nível de serviço.
  • Gestão de incidentes críticos — já esteve à frente de uma indisponibilidade relevante, com comunicação a stakeholders sob pressão.
  • Operação orientada a dados — constrói e lê os próprios indicadores, e toma decisão com base neles.
  • Ferramentas de service desk — administração (não só uso) de pelo menos uma plataforma de ITSM, incluindo automações, filas, formulários e relatórios.
  • Comunicação escrita clara em português — comunicado de incidente, post-mortem e documentação de processo são entregáveis dessa vaga.
  • Consciência de LGPD e confidencialidade — a operação lida com dados de saúde; sigilo não é opcional.

Informações da vaga

  • Modalidade de trabalho: Hybrid
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